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Golpe no Pix: O que fazer se for vítima de um

Atualizado: há 3 dias

O Pix é um facilitador enorme! A tecnologia permite que transferências bancárias sejam feitas quase que instantaneamente, e está disponível aos usuários 24 horas por dia sem nenhum custo. Desde que foi lançado, o Pix já foi responsável pela transferência de quinhentos bilhões de reais, com mais de seiscentos bilhões de operações realizadas.



Mesmo essa tecnologia pode sofrer golpes. É preciso estar sempre atento à segurança ao realizar uma operação.


Veja os principais golpes envolvendo o Pix e algumas medidas de segurança recomendadas pelo Banco Central:






Invasão de conta - ao responder mensagens suspeitas recebidas por SMS ou WhatsApp, ou acessando uma página falsa de banco na internet, o usuário fragiliza o acesso aos seus dados financeiros, facilitando a invasão.


Não clique em links suspeitos, nem busque ajuda fora dos canais oficiais do banco. Verifique a autenticidade dos sites acessados e crie senhas complexas


Central de atendimento falsa - Desconfie de tentativas de contato suspeitas, mantenha as comunicações dentro dos canais oficiais do seu banco. Nunca passe informações pessoais, principalmente credenciais de acesso e senhas, para terceiros, por telefone ou outro canal.


Clonagem de WhatsApp - o golpista acessa o WhatsApp da vítima e solicita transferências de dinheiro por meio do Pix para os contatos. Nesse caso, é recomendado confirmar se a pessoa realmente pediu a transferência; conferir dados de destinatário antes da transação; solicitar bloqueio de acesso ao aplicativo do banco em caso de roubo de celular; configurar confirmação de acesso em duas etapas.


Venda falsa - a vítima faz o pagamento via pix mas não recebe o produto


Comprovante falso - Tenha em mente que a transferência do Pix é instantânea, então se você recebeu o comprovante mas o dinheiro não caiu na conta, desconfie


Em caso de se tornar uma vítima de um golpe, a primeira ação é acionar a polícia. Também é possível solicitar atendimento nos órgãos de defesa do consumidor (como o Procon) ou ao Poder Judiciário para buscar reparação do dano.


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