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Entenda a Blockchain: uma locomotiva além do setor financeiro

Atualizado: 23 de set. de 2021

O blockchain no Brasil tem muito potencial. Apesar de ainda andar a passos lentos, o avanço da tecnologia, principalmente no setor financeiro, traz perspectivas significativas.


Um estudo recente da IDC, divulgado pelo The Block estima que companhias de todo o mundo vão investir perto de US $6,6 bilhões em blockchain em 2020 e US $19 bilhões em 2024. Um crescimento de 48% por ano.


Essa movimentação inclui a expansão da tecnologia em outros setores, como o de validação de documentos até a comercialização de músicas ou filmes.


O que é o Blockchain e como funciona?



Essa tecnologia surgiu junto com a criptomoeda Bitcoin, em meados de 2008. Sua primeira referência está no artigo “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System, de Satoshi Nakamoto”, no qual os dois termos foram originalmente cunhados.



Somente em 2009 que tanto Bitcoin e Blockchain foram lançadas em código aberto para o público.


Blockchain é um serviço explorador de criptomoedas, como uma carteira de criptomoedas, com suporte para Bitcoin, Bitcoin Cash e Ethereum. A empresa também fornece gráficos de dados, dando suporte e registro às transações com criptos.


O sistema blockchain possibilita rastrear o envio e o recebimento de alguns tipos de informações pela internet. Abriga pedaços de código gerados online que carregam informações conectadas como blocos de dados que formam uma cadeia, por isso o nome.


É um banco de dados na internet, armazenado de forma pública, sem um controle central, desenhado para distribuir a informação de forma transparente.


Segurança



A tecnologia blockchain usa pedaços de códigos gerados online, conecta as informações em blocos, formando uma cadeia. Cada bloco possui informações do anterior, ou seja, se alguém quiser invadir a cadeia, precisará desvendar o código de todos os blocos anteriores.


Essa arquitetura deixa bastante trabalhosa e complexa as ações dos hackers, porque para hackear a rede blockchain, o invasor tem de invadir todos os blocos, isso porque não existe um único “ponto de falha”, como nos sistemas bancários tradicionais.


A tecnologia proporciona segurança e agilidade, que agrada analistas para uma perspectiva futura.


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